segunda-feira, 7 de agosto de 2006

sobre teu livro, escrevo.

eras carne. eras eu.

não havia somente a penumbra do quarto. havia pouca luz entre os corpos nossos. os corpos-um do tão esperado instante.

não me neguei a escrever-te na pele. eras mais eu ali naquele momento que podias talvez perceber. havia liberdade em todos os breves movimentos. sorrias sempre. sorrias, mas abriste os olhos e me viste diante de ti, entregue.

éramos carne. e veio o sono como logo surgiu o dia. abandonamos o corpo e nos fizemos alma.

5 comentários:

Anônimo disse...

do jeito que você me olhaaa......

Anônimo disse...

ai.
=]

Anônimo disse...

sensacional

Anônimo disse...

E será que isso ainda existe?

Anônimo disse...

o blog não tinha mudado todo?


pirs.