eras carne. eras eu.
não havia somente a penumbra do quarto. havia pouca luz entre os corpos nossos. os corpos-um do tão esperado instante.
não me neguei a escrever-te na pele. eras mais eu ali naquele momento que podias talvez perceber. havia liberdade em todos os breves movimentos. sorrias sempre. sorrias, mas abriste os olhos e me viste diante de ti, entregue.
éramos carne. e veio o sono como logo surgiu o dia. abandonamos o corpo e nos fizemos alma.
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5 comentários:
do jeito que você me olhaaa......
ai.
=]
sensacional
E será que isso ainda existe?
o blog não tinha mudado todo?
pirs.
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